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Zara Larsson apresenta mashup com Thomas Rhett para o CMT Artists of the Year

Zara Larsson apresenta mashup com Thomas Rhett para o CMT Artists of the Year



Zara Larsson se juntou ao cantor Thomas Rhett essa semana para cantar um mashup de “Never Forget You” e “Die a Happy Man” especialmente para o CMT Artists of the Year 2016. Assista o vídeo completo abaixo.

Adicionamos também algumas fotos da apresentação e do tapete, confira clicando nas miniaturas abaixo.


Zara Larsson fala sobre Dr. Luke, demora do álbum, novo single e mais para a NME

Zara Larsson fala sobre Dr. Luke, demora do álbum, novo single e mais para a NME



Desde o lançamento do hit single ‘Lush Life’, Zara Larsson tem acelerado no caminho para o superestrelato do pop. “Eu sempre quis que as pessoas olhassem para mim,” a franca e engraçada artista sueca revelou para Emily Mackay.

“Talvez isso seja porque eu tenho medo da morte. Eu não posso nem assistir um funeral na Tv porque eu tenho, tipo, uma crise de pânico.”

Essa é Zara Larsson, 18 anos de idade, cantora de sucesso global, tentando explicar a fonte de sua personalidade. A ideia de que seu desejo de criar “a maior e mais longa e mais alta” experiência pop possa vir a ruir por causa do medo da mortalidade é uma surpresa, porque ela parece não ter medo – ouça as palavras do seu smash hit, ‘Lush Life’: “Eu vivo meus dias como se fossem o último / Vivo meu dia como se não houvesse passado / Fazendo isso toda noite, todo verão / Fazendo isso como eu quero”. Em pessoa ela também parece ser aquela que controla seus medos, que os esfola com suas afiadas unhas framboesa-rosa e transforma-os em um futuro glorioso. Mas as preocupações de Zara sobre o vazio são menos sobre fragilidade e mais sobre impaciência para esperar o máximo possível antes que alguém bata aquele gongo. “Nós estamos aqui por muito pouco tempo e eu só que quero fazer o máximo sobre isso,” diz ela.


Certamente ela já fez bastante com o seu tempo. Zara foi criada nos arredores de Estocolmo, seu pai, militar, e sua mãe, enfermeira. Obcecada por Beyoncé desde os seis anos, ela soube cedo que queria ser cantora (“Eu sempre quis que as pessoas olhasse para mim,” diz ela, com sua franca e estimulante auto confiança) e, aos 10, convenceu seus pais a deixá-la aparecer no Talang, a versão sueca da franquia Got Talent. Ela ganhou com uma emocionante apresentação de ‘My Heart Will Go On’ da Celine Dion. Vale a pena procurar no Youtube, para testemunhar seu auto controle na frente de ventiladores, e a chocante força da voz que sai de um corpo tão pequeno.

Ela ainda não tem uma grande presença física, oito anos depois, mas a impressão de força e vigor continuam lá. Ela se sentiu pronta para o estrelato pop aos 10, mas as gravadoras não estavam tão certas e, frustrada e impaciente, Zara foi obrigada a voltar para a escola e esperar até os 15 anos para cantar para a TEN Music Group, a gravadora sueca que recebe os crédito fazendo o pop escandinavo tornar-se uma força nos últimos anos, de Icona Pop a Niki & The Dove a Erik Hassle. (A gravadora também é o lar de Hanna & Andrea, Hanna, sendo a irmã mais nova de Zara, apesar de ser “a tranquila” da família, surpreendeu todos seguindo os passos da irmã na rota do pop.) A TEN autorizou Zara a trabalhar em estúdio com a Sony, através do selo Epic nos EUA e pela Black Butter Records, agora uma subsidiária da Sony no Reino Unido. A Black Butter Records tem um espírito semelhante a “gravadora mãe” de Zara, a TEN, tendo herdado uma reputação por gravar o viciante e sofisticado dance-pop temperado com o reforço das notas vocais de soulful da década de 90: como Gorgon City, Rudimental e MNEK.


Zara gosta de ter essas duas companhias entre ela e a a influência corporativa da Sony, e através delas, ela está sendo gradualmente introduzida em diferentes partes do mundo, por anos. Ela lançou dois EPs em 2013, “Introducing” e “Let Me Reintroduce Myself”, seguido por outra introdução em 2014 na forma de álbum, “1”, que trouxe o megehit da Escandinávia, “Uncover” (seis vezes platina na Suécia, três vezes platina na Dinamarca), mais cinco outros singles de ouro ou platina. “Uncover” foi relançado mundialmente em 2015, seguido por “Lush Life”. (Ela já era um grande ídolo em seu país nesse ponto, tanto que a banda sueca Regimen escreveu uma música que leva seu nome, com um adorável vídeo no qual um jovem menino carrega uma foto dela em tamanho real onde quer que ele vá; na Austrália, Björk tocou “Lush Life” recentemente no seu set de DJ em uma exibição de realidade virtual, enquanto no Reino Unido a música apareceu no EastEnders, com personagens cantando.) Então veio sua primeira sessão de co-criação, com MNEK do Reino Unido, que já produziu e escreveu para artistas Duke Dumont e A*M*E, o underground dace-pop hit “Need U (100%)” até trabalhos com Madonna, Kylie e Beyoncé. A colaboração deles gritou “Never Forget You”, uma música tão boa que eles não conseguiram decidir quem gravaria, acabando em um dueto, que chegou no Top 10 de oito países, se tornando o primeiro hit nos Estados Unidos para os dois artistas, que adicionou mais alguns certificados de ouro e platina na conta de Zara.

E então lá estava “Lush Life”. Assistindo a muitas e muitas entrevistas no YouTube, você consegue perceber que, além de ela ser extremamente educada e comunicativa, Zara está cansada de introduzir a si mesma e segue com a conversa. “Eu era tão jovem,” ela continua dizendo quando é perguntada, mais uma vez e de novo, sobre o Talang. Outro ponto que ela gosta de falar sobre, é da vez em que ela estava entediada e vestiu uma camisinha na sua panturrilha e postou a foto em sua conta no Instagram com a legenda: “Para todos aqueles caras dizendo ‘meu p*u é muito grande para camisinhas’ PEGUEM UM ACENTO”. Com alguns posts de blog no quais ela explica os princípios do seu feminismo e explica porque fazer os homens se sentirem mal sobre eles mesmo é tão ruim quanto misoginia, o que acaba levando a abusos online. Mas Zara teme apenas a morte, não guerreiros de teclado. “Eu também tenho muitas pessoas apoiando o que digo, então está tudo balanceado. Isso quase me eleva mais. Eu nunca conheci uma pessoa que andou até mim e disse [caretas], ‘Você é uma p***a de uma m***a’. Mas muitas pessoas já chegaram em mim para dizer, ‘Você é incrível, eu amo o que você faz’.”

Não vamos gastar fôlego com monstros; falar é fácil. Zara vive suas crenças, e não apenas sobre sua maneira inovadora de usar contraceptivos. Seu próximo single, outra colaboração com MNEK, começou com um cenário onde duas mulheres entra em conflito por causa de um homem. “A letra original era, ‘It ain’t my fault your man’s calling my phone / It ain’t my fault you can’t keep him at home,’ (‘Não é minha culpa se seu homem liga para mim / Não é minha culpa se você não consegue o manter em casa,’)” Zara explicou. “Quando nós gravamos isso, eu fiquei tipo, ‘Eu não posso cantar isso! O que?’ Então nos tivemos que reescrever a música… Você tem que ter uma ética feminina.” A nova versão é cantada para um único homem que não é  culpa dela que ele é tão gostoso, e ela não se responsabiliza pelas consequências.

Como uma jovem feminista e uma super fã de Beyoncé, Zara testemunhou o florescimento político da sua heroína com alegria (podemos encontrá-la chorando em um post recente sobre o “Lemonade” com suas letras pessoais e políticas). “Eu estou tão feliz de ver seu desenvolvimento como ativista, porque ela não está fazendo nada errado. Essa é a hora perfeita e eu estou feliz por ela esta falando sobre como é ser mulher negra na América… Isso me faz sentir como se fosse a hora de todos se envolverem… O mundo está sangrando.”

Ela não leva apenas seu amor e estudo de Beyoncé a sério, mas leva também toda a arte do pop extremamente a sério. Diferente de muitas gravações de artistas pop novos, as músicas de seu segundo álbum não são desesperadas para firmar sua autonomia ou defini-la pela sua idade: não existe nada do tipo ‘Eu não sou uma menina, sou uma mulher crescida e sexy’ que acaba se tornando um gênero, não existe nenhum senso de mais-velha-do-que-aparenta para ser fetichizado. As músicas soam como uma mulher jovem e independente vivendo sua vida.

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“Eu acho que meu negócio é o seguinte… Eu não sei,” diz ela. “E é por isso que eu não quero cantar sobre ‘Essa sou eu, isso é quem eu sou’ porque, tipo, até a pergunta ‘Fale-me sobre você’, o que esperam que você diga? ‘Ooh, eu sou uma garota feliz, mas eu sou triste também’? Pessoas são tão complexas. Em maioria, eu apenas escrevo sobre sentimentos que as pessoas podem se familiarizar. Porque, sim, eu não sei quem eu sou e essa não será minha música para sempre… Eu sou humana, então espero que eu esteja sempre evoluindo.”

O álbum, também, tem evoluído e mudado bastante. Originalmente era para ter sido lançado em Maio de 2016, e alguns trabalhos foram feitos com Dr Luke em Dezembro de 2015. Isso foi deixado de lado, junto com muitas outras músicas que ela tinha escrito, e a gravadora de de Dr Luke, Kemosabe Records, foi removida da equação pouco antes do caso Kesha, para liberá-la do contrato com a gravadora, vir a julgamento. Zara disse que não tinha como saber a verdade das alegações de Kesha de abuso e estupro contra Dr Luke, mas foi franca sobre sair da Kemosabe, tweetando, “As vezes eu imagino o que há de errado com o mundo #freekesha”. Como Kelly Clarkson, que descreveu o produtor como “um pouco degradante”, Zara não tem boas memórias. “Ele joga sujo… Definitivamente ele tem algo vindo.” Não é fácil trabalhar com ele, então? “Ele é um babaca. Ele é conhecido com um babaca. E isso é tipo… Isso é quem ele é. Mas você pode ser um babaca, mas ao mesmo tempo… Não ser um babaca. Mas eu penso que ele é apenas um babaca e um idiota. Eu realmente não o conheço tão bem pessoalmente. Mas eu eu estou feliz por não ser parte disso.”

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Ela manteve a esperança de trabalhar com o uber-produtor sueco Max Martin, mas ele estava muito ocupado para dedicar o tempo que os dois queriam ao álbum dela. Ao invés disso, ela procurou por colaborações menos esperadas, incluindo MNEK. O que nós já ouvimos do álbum parece fugir do óbvio, pegando um caminho com dance e hip-hop, do fast-talking ‘Fault’ e isso é difícil, triunfalismo trappy (“Eu não pretendia ser rude, mas eu fico tão bem em você”) para mais R&B dos anos 90 como “So Good”, escrito por Ty Dolla $ign, e o anseio de “Sundown”, com Afrobeats Starr Wizkid. ‘What They Say’ mostra seu grande lado de balada eletrônica, enquanto o regue “Walk Away” parece ser sobre ficar com o que que você quer, não deixando os outros dizerem que você não está pronto: “Dizem que eu corri antes de andar, então eu fui embora”.

Segurar firme é uma habilidade que Zara aprendeu a muito tempo; apesar de muitas vozes estarem envolvidas com sua gravadora, a palavra final cabe a ela e a TEN. “Eu tinha 15 anos quando comecei, e eles eras todos homens e mais velhos e sabiam o que estavam fazendo, então quando eu tinha 15 anos e estava dizendo ‘Não,’ isso era assustador. Mas eu tive tempo para amadurecer minha auto estima e minha capacidade de dizer não, porque isso é o mais importante que você pode fazer.”

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Seu objetivo é ser verdadeira. O cenário do pop está sempre mudando: com o sucesso comercial de EDM e a parceria Calvin-Rihanna explodindo, os hits dance underground vem através da Black Butter, e são sombrios e estranhos, mas continuam fazendo sucesso no pop sendo feitos por artistas como The Weekend e Beyoncé, isso soa como se você pudesse fazer isso do jeito que você quiser, e isso será realmente grande. Será que Zara pensa que ela pode ser realmente grande?

“Sim,” ela responde, com firmeza, antes que eu pudesse terminar a pergunta. “Isso é realmente o que eu quero ser. Eu tenho alguns amigos e eles são super-hipsters. E eles são tipo, ‘Tudo que eu quero fazer é cantar em um bar de jazz e fazer isso apenas para pagar o aluguel.’ E eu fico tipo, legal… Isso não é o que eu quero. Eu quero o máximo de pessoas possível indo para os meus shows. Tipo, eu vi Beyoncé aqui em Londres: duas noite, 85 mil pessoas na plateia. Eu posso imaginar o que ela sente estando ali na arena, tipo, ‘Todas essas pessoas vieram por minha causa porque eles amam minha música e nós estaremos aqui para fazer dessa noite algo especial…’ Para fazer, tipo, legendário. Por que não?”


“Ain’t My Fault” finalmente faz sua estreia no Hot 100 da Billboard

“Ain’t My Fault” finalmente faz sua estreia no Hot 100 da Billboard



Hoje (18), a Billboard atualizou a lista com as 100 músicas bem sucedidas da última semana nos Estados Unidos, a Hot 100. E nessa atualização “Ain’t My Fault” finalmente fez a sua estreia. Confira abaixo a posição.

Não deixe de ajudar a divulgar a música, clique aqui e confira o hotsite!


Zara Larsson visita a rádio NRJ para conceder entrevista e cantar “Ain’t My Fault”

Zara Larsson visita a rádio NRJ para conceder entrevista e cantar “Ain’t My Fault”



Ontem (14), Zara Larsson participou do programa C’Cauet sur NRJ da rádio britânica NRJ onde concedeu uma entrevista exclusiva e ainda cantou o seu mais novo single “Ain’t My Fault“. Confira o vídeo abaixo.

(Assim que possível iremos disponibilizar o vídeo legendado da entrevista)


“Ain’t My Fault” entra no TOP 15 das paradas do Reino Unido

“Ain’t My Fault” entra no TOP 15 das paradas do Reino Unido



Hoje (14), o Official Charts divulgou a lista dos 100 singles mais bem sucedidos da semana que passou e “Ain’t My Fault“, atual single da Zara Larsson subiu mais 3 posições e agora é TOP 15. Confira abaixo.

A tendência é só subir e acho que teremos um TOP 5 porque a divulgação tá pesada por lá!


Zara Larsson apresenta “Ain’t My Fault” no programa francês Le Mad Mag

Zara Larsson apresenta “Ain’t My Fault” no programa francês Le Mad Mag



Hoje (13), Zara Larsson apresentou no programa francês Le Mad Mag o seu mais novo single “Ain’t My Fault“. Assista a apresentação completa no vídeo abaixo.


Promoção semanal para ajudar na divulgação de “Ain’t My Fault”

Promoção semanal para ajudar na divulgação de “Ain’t My Fault”



A gravadora sueca da Zara Larsson, a Ten Music Group, lançou uma promoção semanal para ajudar na divulgação do novo single “Ain’t My Fault“, onde toda semana teremos um ganhador(a) que receberá um kit com vários produtos da loja oficial da cantora que você pode conferir abaixo.

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Os prêmios serão enviados direto da Suécia e os fãs de qualquer país podem participar, inclusive os brasileiros. Nós iremos atualizar sempre que sair os ganhadores e uma nova “etapa” da promoção, para participar da atual basta seguir os passos abaixo.

SEMANA #1

ENCERRADA – Vencedor(a)

Sigam o nosso perfil no Twitter que assim que sair o(a) ganhador(a) nós iremos atualizar o post e anunciar lá!


“Ain’t My Fault” entra no TOP 20 das paradas do Reino Unido

“Ain’t My Fault” entra no TOP 20 das paradas do Reino Unido



Foi divulgado ontem (7) pela Official Charts, o ranking com os singles mais sucedidos da semana no Reino Unido. “Ain’t My Fault“, novo single da Zara Larsson, subiu mais 7 posições e agora encontra-se no TOP 20.

Será que teremos um TOP 10 ou TOP 5? Vamos aguardar e ver na próxima semana!


De surpresa, gravadora lança 3 remixes oficiais de “Ain’t My Fault”

De surpresa, gravadora lança 3 remixes oficiais de “Ain’t My Fault”



Hoje (7), foi liberado de surpresa no Spotify 3 remixes oficiais de “Ain’t My Fault” para ajudar na divulgação e desempenho do novo single da Zara Larsson. As remixes ficaram muito boas e você pode ouvir abaixo.




Zara Larsson se apresenta no programa Dancing with the Stars

Zara Larsson se apresenta no programa Dancing with the Stars



Ontem (4), Zara Larsson apresentou no programa Dancing with the Stars um medley de “Ain’t My Fault” e “Never Forget You“. Assista a apresentação abaixo.

Adicionamos algumas fotos em nossa Galeria também, clique nas miniaturas abaixo para conferir.


“Ain’t My Fault” é a terceira mais executada da semana no Reino Unido

“Ain’t My Fault” é a terceira mais executada da semana no Reino Unido



O Official Charts UK divulga toda terca-feira agora as 20 músicas mais executadas da semana no Reino Unido através de serviços de streaming, rádios e programas de TV. E nessa semana, “Ain’t My Fault“, novo single da Zara Larsson apareceu em terceiro lugar. Confira abaixo o TOP 20 completo.


“Ain’t My Fault” e “Lush Life” sobem nas paradas do Reino Unido

“Ain’t My Fault” e “Lush Life” sobem nas paradas do Reino Unido



Foi divulgado hoje no Official Charts do Reino Unido, a lista dos single mais vendidos/bem sucedidos da semana por lá. E “Ain’t My Fault“, single atual de Zara Larsson, subiu mais 3 posições essa semana e de bônus “Lush Life” também acabou subindo 6 posições. Confira abaixo.


Zara Larsson entre as artistas jovens mais importantes de 2016 pela Billboard

Zara Larsson entre as artistas jovens mais importantes de 2016 pela Billboard



A 21 Under 21 desse ano, o ranking anual da Billboard dos artistas jovens mais importantes, que inclui cantadores de corações partidos, grandes produtores de música eletrônica, uma garota de 12 anos nascida com um dom e a próxima boy band latina. Apesar de seu, relativo, curto de tempo de carreira, esses artistas têm chamado a atenção de grandes estrelas da música ao redor do mundo, Kenye West, Beyoncé, Drake, Ricky Martin, e estão levando para casa prêmios de importantes show de talentos, como America’s Got Talent e La Banda. Eles acumularam hits nº 1 e álbuns nº , Grammys e VMAs, e milhões de seguidores no twitter e instagram, e ainda assim eles não são velhos o suficiente para comprar uma cerveja nos clubes onde fazem sucesso.
Essa foi a introdução da Billboard para uma lista que passa por artistas com Fifth Harmony, Martin Garrix, Heilee Steinfield e Grace VanderWaal. Confira o que eles falaram sobre Zara:
14. Zara Larsson
Data de nascimento: 16 de dezembro de 1997 (Idade: 18)
Posição no ano passado: Não apareceu
Por que ela é quente: O caminho dos estúdios suecos para os charts do pop americano é muito bem documentado, e Zara é a mias nova sueca a seduzir os americanos com melodias brilhantes e bem construídas. No último ano, ‘Lush Life‘, foi a primeira canção de Zara a ganhar atenção no EUA, mas foi com seu lançamento seguinte, ‘Never Forget You‘, que realmente estabilizou sua posição. A música se baseia fortemente na mistura dos clubes de música dos anos 90, e isso ficou junto com a ajuda de MNEK, que já coloborou em hits para Duke Dumont, Gorgon City, Clean Bandit e Rudimental. Em uma entrevista para a Billboard anteriormente, Zara afirmou que um top 15 é um pequeno sinal de coisas que ainda estão por vir. “Eu gostaria de lotar turnês mundiais em estádios,” afirmou ela. “Isso seria algo. Ou ter 60 nº1 na Billboard.
Você conferir a lista completa aqui.

Assista “Ain’t My Fault”, o novo clipe da Zara Larsson

Assista “Ain’t My Fault”, o novo clipe da Zara Larsson



Acaba de ser lançado exclusivamente no site da Cosmopolitan o mais novo clipe da Zara Larsson, “Ain’t My Fault” que você pode assistir logo abaixo.

Além disso, você também pode conferir várias capturas do clipe em boa qualidade que tiramos para você.


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